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Mostrando postagens de janeiro, 2026
Chiang Sing
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Nasci antes que nenhuma forma corpórea se manifestasse. Do seio das nebulosas vi brotar a criação multiforme. Pensei formas que foram depois humanizadas. Quando no início dos tempos os deuses destruíram a ponte do arco-íris por onde os Filhos dos Imortais desciam em busca das filhas dos homens, contemplei as estrelas caírem como chuva, sobre este planeta obscuro... Sou mais velha que o Tempo e mais jovem que as alvoradas. Respiro o hálito de todos os mundos e sinto-me eterna como o Grande Ser, porque dele sou a emanação suprema! Glycia Modesta de Arroxellas Galvão usava o pseudônimo de Chiang Sing, com o qual ficou conhecida na imprensa brasileira. Chiang Sing, que foi me apresentada (por acaso?) num sebo através de livros de yoga para mulheres, é jornalista brasileira e tem uma lindissima história de vida. Sobre ela, diz Guilherme de Almeida, da ABL: "Chiang Sing-alma chinesa em moldura brasileira-atravessou o tempo e o espaço para vir florescer em trópicos antípodas...
Viajantes Siderais Filhos da Terra
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Nós, os filhos da Terra Nós, os filhos da Terra, viajantes siderais, herdeiros da eternidade, ciganos estelares, unidos à centelha divinal em nossos corações, erguemos as mãos em saudações ao Supremo Alquimista, ao incomparável Arquiteto, ao insuperável Poeta, repousando nossa mente meditativa em Ti. Celebramos a existência sem limitações, cantamos a alegria transbordante que nos contagia. Louvamos o silêncio e a palavra, respeitamos a ordem cósmica e a lei planetária, e pleiteamos nosso lugar no concerto das galáxias. O Bem representa nossa nutrição diária, o mal é apenas passageiro. O Amor terrestre é nosso precioso tesouro; a guerra é apenas temporária. Em nós coexistem o lobo e o cordeiro, Brahma e Shiva, a força e a renúncia. Somos um amálgama obtruso e excelso, reflexos de um mistério inescrutável. Nossos olhos cintilam como um raio ou expressam ternura e d...